A próstata aumenta naturalmente de tamanho por volta dos 45 anos

Saude

11/03/2019 às 22h58

A próstata aumenta naturalmente de tamanho por volta dos 45 anos

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A próstata aumenta naturalmente de tamanho por volta dos 45 anos. Esta condição, chamada Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia.

 

A HPB é doença muito comum e prejudica a qualidade de vida do homem, afetando sua rotina e vida sexual.

 

A Embolização das Artérias Prostáticas (EAP) é um método de tratamento minimamente invasivo que alivia os sintomas causados pela HPB, reduzindo o fluxo de sangue para as artérias que irrigam a próstata, com consequente diminuição do tamanho da próstata e melhora dos sintomas urinários.

 

Dessa maneira, é realizada uma técnica minimamente invasiva pela via endovascular (por dentro de uma artéria da virilha). 

 

De acordo com o Prof.  Dr. Francisco César Carnevale, pioneiro no desenvolvimento da técnica da EAP, o procedimento é feito com anestesia local e o paciente recebe alta algumas horas após a embolização.

 

“O objetivo é a redução do volume e a alteração da consistência (torna-se mais macia) da próstata.  Essa técnica é realizada pela via endovascular (por dentro de uma artéria da virilha)”, explica o médico.

 

 Caso a próstata não reduza de tamanho ou volte a crescer, alguns sintomas podem voltar.

 

O paciente não deve ficar preocupado em somente analisar o tamanho da próstata.

 

Há vários casos em que a próstata não reduz de tamanho e o paciente apresenta melhora dos sintomas.

 

“Entretanto, caso os sintomas retornem, nova embolização poderá ser feita”, acrescenta o intervencionista.

 

A EAP não interfere de maneira negativa caso haja a necessidade do paciente ser submetido a algum tratamento cirúrgico tradicional.

 

Muito pelo contrário. Pelo fato da embolização causar a diminuição da vascularização da próstata, a cirurgia poderá ser feita com menos riscos de sangramento.

 

“Existem estudos sendo realizados demonstrando que a EAP pode auxiliar a cirurgia”, finaliza Dr Carnevale.

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